quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Salão Bike Show 2014 terá um espaço exclusivo para mulheres motociclistas

O Salão Bike Show 2014 no Rio de Janeiro vai inovar e proporcionará às mulheres uma atenção especial, com área exclusiva, oferecendo atrações voltadas às motociclistas. "É um público importante que cresce a cada dia e merece nossa atenção", diz Gustavo Lorenzo, organizador e idealizador do evento. "A mulher que anda de moto também é feminina, gosta de moda, de maquiagem e de música; então queremos reunir todas estas paixões e trazer para o ambiente comum do motociclismo", complementa. A organização da programação do "Espaço Mulher" está por conta da motociclista carioca Ana Sofia, que providenciou atividades como desfiles com roupas e acessórios dedicados para as apreciadoras de motos, muita música no palco com os DJs, sorteios de brindes e salão de beleza. Haverá espaço também para que motoclubes femininos apresentarem seus trabalhos.

Mulheres motociclistas terão espaço exclusivo no evento
Além de tudo isso as mulheres que forem ao evento de moto ou triciclo terão estacionamento gratuito. Outra novidade nesta edição de 2014 é o "Bike Show Center", na área externa do pavilhão, destinada a serviços para motos como troca de óleo, pneus e acessórios. "Enquanto o veículo fica realizando o reparo a visitante se diverte pelo Salão", comenta Lorenzo. Haverá diversas atividades para toda a família: motocicletas para todos os gostos e estilos, negócios, entretenimento, turismo e educação (incluindo palestras sobre pilotagem segura e comportamento no trânsito), e muito mais. Com a presença de especialistas e estandes de órgãos e entidades ligadas à segurança viária para esclarecer as dúvidas dos visitantes. Um belíssimo evento que tem como expectativa superar os 80 mil visitantes em 2014. Os visitantes já podem garantir seus ingressos pelo salaobikeshow.com.br/ingresso. Salão Bike Show: Maior evento carioca com temática na cultura motociclística que acontece anualmente desde 2011, um dos mais importantes do segmento no país. A cada edição, multiplica o número de visitantes e expositores, sendo mais de 130.000 até hoje. 

Serviço:
Salão Bike Show 2014
De 23 a 26 de janeiro (qui/sex das 15h as 23h; sáb das 12h as 23h e dom das 12h as 20h)
Riocentro - Pavilhão 2 – Rua Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca – RJ Informações: (21) 3035-9100. Estacionamento gratuito para motocicletas.

Fonte: Duas Rodas News

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Indy Munoz - por Bia Saraiva

Não é surpresa nos depararmos cada vez mais com mulheres que pilotam motos, sejam nas cidades, sejam nas estradas. Aqui mesmo no blog relatamos histórias de mulheres corajosas e suas aventuras em 2 rodas. Agora também veremos garotas que radicalizam no motociclismo, atuando como "stunts" e praticando um novo esporte chamado Wheeling.
Jovem promessa do motociclismo no DF
Indiana Munoz, mais conhecida como Indy, 22 anos, é praticante do Stunt Wheeling, um  esporte radical que consiste em realizar manobras em cima de uma moto, no qual é exigido muita força e equilíbrio pelos motociclistas. O termo “wheelie” quer dizer (em tradução livre) "empinar", e isso é exatamente uma entre várias manobras radicais realizadas. Por ser relativamente novo, o esporte  ainda possui  poucos adeptos. Para se ter uma ideia, Indy Munoz representa um universo de apenas 5 mulheres oficialmente praticantes do esporte no Brasil. Indy teve o primeiro contato com motos ainda na infância. De família circense, praticante de manobras radicais como o Globo da Morte entre outros, essa paixão por motos vem de berço “tive uma infância feliz e muito radical!”. Moto para ela sempre foi sinônimo de diversão: ” Moto é adrenalina, me sinto livre, é sempre um momento de lazer e diversão! “ afirma nossa piloto .
Indy praticando stunt wheeling
Moradora de Brasília-DF, nossa motociclista também faz parte da equipe Brasiliense de Motovelocidade “Moto com Batom”, sendo a atual campeã da categoria feminina. Indy passou a integrar a equipe e a competir no início desse ano e logo enfrentou uma mudança radical em sua vida... Em meio a grandes realizações, enfrentou a perda de uma grande amiga e companheira de equipe, a piloto Vanessa Daya, falecida em um acidente no campeonato brasiliense de moto velocidade em julho de 2013. Apesar das dificuldades e a dor da perda da parceira, Indy se dedicou ainda mais a competição e teve bons resultados ao final do campeonato – “Vanessa é a irmã que nunca tive; Ela me ensinou dentro e fora do esporte, que existe amizade, fidelidade e companheirismo! Éramos, não... fomos e sempre seremos uma família, o “dream team”! Declara Indy .
A piloto agora encara os desafios de se encontrar patrocínios e apoiadores do esporte no Brasil, tanto para a motovelocidade quanto para o Whelling. Há muita dificuldade nessa empreitada e com isso o esporte não ganha notoriedade entre as demais categorias. Apesar das adversidades, a jovem desponta no meio motociclístico e segue firme nos planos para o próximo ano, focando nos treinos e se dedicando a cada dia mais aos esportes. É isso aí girl! Nós do blog e do Grupo Mulheres Motociclistas apoiamos o motociclismo feminino em todas as suas vertentes e desejamos sorte e sucesso na promissora carreira que se apresenta. Parabéns!!
Texto: Bia Saraiva 
Fotos: arquivo pessoal

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mulheres Motociclistas realizam encontro 'só para elas' em Ribeirão Preto - SP

Mulheres Motociclistas e Apaixonadas por Motos (Foto: Eduardo Guidini/ G1)
Cerca de 70 mulheres apaixonadas por motos se reúnem neste final de semana em Ribeirão Preto (SP) durante o 1º Encontro das Mulheres Motociclistas do Interior Paulista. Sem esquecer o batom e a maquiagem, elas não se intimidaram com os olhares masculinos e se juntaram em frente ao Novo Mercadão da cidade, na tarde de sábado (2), para declarar o amor que sentem pelo veículo que, geralmente, é símbolo de masculinidade. Um das idealizadoras do encontro, a funcionária pública Micheli de Lima Carneiro, de 27 anos, explicou que a reunião foi marcada pela internet com o objetivo de integrar as motoqueiras que já se conheciam de outros eventos motociclísticos."Algumas fizeram um encontro no mês passado, mas foi pequeno. Então, nós pensamos em aumentar e convidamos todas as mulheres que fazem parte de um grupo que a gente mantém no Facebook", contou. O evento superou as expectativas, contando com a participação de motoqueiras de Araraquara (SP), São Carlos (SP), Pedrinhas Paulista (SP), Osasco (SP), Bauru (SP) e Taquaritinga (SP).

Micheli conta que passou a gostar de motos quando tinha 13 anos e quer continuar alimentando a paixão pelo resto da vida. "Não há sensação melhor do que andar de moto. Quando você está na moto parace que não existe mais nada em volta. É um estilo de vida. É uma sensação de liberdade que não existe igual", disse a jovem. A controladora Priscila Vizu, de 25 anos, contou que já foi de Ribeirão - onde mora - para Brasília (DF) sobre duas rodas: quase 700 quilômetros de distância. "Viajar de moto é uma delícia, é algo inexplicável. A gente tem amor por essa vida. Uma das intenções desse encontro é justamente fazer com que as mulheres motociclistas se conheçam mais para poder viajar juntas", afirmou. 

Paixão sem idade

Uma das mais experientes do grupo, a farmacêutica Regina Pavanelli, de 55 anos, contou que passou a gostar de moto há apenas três anos, incentivada pelo marido. "Ele queria dar uma sacudida na vida e a gente comprou uma moto. É fácil gostar porque a sensação é ótima. Não tive dificuldade de aprender porque a moto faz tudo sozinha", brincou. Assim como Regina, outras integrantes do grupo também foram incentivadas pelos maridos, que são motociclistas. Alguns deles, inclusive, estiveram presentes no encontro, mas não puderam palpitar em nenhum assunto e foram obrigados a ficar bem longe, afinal, o dia era exclusivamente das mulheres. "Os maridos e namorados vieram, mas mandamos eles passearem logo. O intuito é que sejam apenas mulheres, para que a gente se conheça melhor. Eles podem ficar bebendo uma cervejinha em algum lugar, porque aqui é a gente que domina", concluiu Micheli.

Fonte: G1

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Comissão eleva de 7 para 11 anos idade para andar em garupa de moto

A Comissão de Viação e Transportes aprovou proposta que eleva a idade de crianças que podem ser levadas na garupa de motos. Foi aprovado projeto (PL 6401/09), do ex-deputado Professor Victorio Galli, que permite o transporte de crianças apenas aos 11 anos de idade. Hoje, aos 7 anos, as crianças já podem andar na garupa de motocicletas.
O relator da proposta, deputado Diego Andrade (PSD-MG), lembrou que uma criança pequena, muitas vezes, não alcança o apoio para os pés da moto e não consegue se segurar de forma adequada. “Não é transporte seguro para nossas crianças”, resumiu o relator. Andrade incluiu na proposta a exigência de que, dos 11 aos 16 anos, para andarem como passageiros em motos, crianças e adolescentes deverão usar equipamentos extras de segurança. “Até os 16 anos, a criança ou adolescente deverá usar, além do capacete, colete, jaqueta adequada e uma bota de proteção nos pés”, afirmou.
Segurança

Diego Andrade incorporou em seu parecer sugestões do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), que apresentou voto em separado. Hugo Leal disse que procurou especialistas, pediatras e ortopedistas que identificaram a necessidade de aumentar a idade das crianças que podem andar na garupa de motos. 
“Existem entendimentos, da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, que na garupa não poderia ser menor de 16 anos. Mas há um meio termo, também qualificado, pela linha científica, médica e pessoas envolvidas com trânsito, que poderia ser acima de 11 anos”, esclarece Leal.
Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Câmara dos Deputados

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cristina foi de moto: 3.000 km de aventura entre Florianópolis e Montevidéu no Uruguai

Cristina da Cunha Francisco Faé - On the road!!

Cristina da Cunha Francisco Faé — uma mulher de 1,54m apaixonada por motos — ia a pé para o trabalho em um dia chuvoso de junho de 2011 quando um carro passou por uma poça que deixou a vendedora ensopada. Foi uma espécie de gota d'água para a baixinha, como ela mesma se chama. Decidiu realizar um sonho: comprar uma Honda Biz 125cc. Como bônus, desde então está vivendo um romance-aventura com sua moto. Esposa de um dono de uma Honda Shadow 750cc, Cristina desistiu de ir na garupa. Resolveu que iria pegar a estrada pilotando. "Nunca me peça pra escolher entre você e a moto, falou o companheiro — pouco antes de se casarem — E você não espere que eu vá na garupa. Viajo com a minha própria moto devolveu Cristina!!"

Ela começou por perto. Saiu de Florianópolis (SC) e foi a Rancho Queimado, Angelina. Depois mais longe, a Garopaba. Foi então a Bento Gonçalves (RS). Até que fez a viagem mais distante: chegou a Montevidéu, no Uruguai, distante 1,3 mil quilômetros. Antes, chegou a andar com a Shadow 750 do marido. Mas o excesso de conforto a incomodou. "Falei para meu marido que eu iria de Biz para o Uruguai. Eu queria um desafio", disse Cristina.

Aventura inclui chuva de pedra e problemas na moto

Mesmo com o descrédito de vários colegas de motoclube, o casal partiu de Floripa três dias antes dos outros motociclistas — a Biz poderia atrasar a viagem — com a cara e a coragem. Com uma garrafa de cinco litros de gasolina extra embaixo do banco, a moto de Cristina encarou chuva de pedra, falta de combustível e problemas na corrente, que precisava ser apertada a cada 100 km para não arrebentar a coroa. 
Eles quase se acidentaram por conta de um problema da estrada, em um ponto que um amigo do casal havia quebrado o braço. O casal ainda pegou enchente na cidade de Jaguarão(RS). Mas o ar puro subindo pelo capacete enquanto a moto corria fazia Baixinha esquecer dos problemas.

Por que essa moto?

Cristina tem tatuada uma CBR 1100xx Super Blackbird, a moto que despertou sua paixão pelas duas rodas. Já andou de custom, esportiva e off-road. Casou sob uma Lambretta 1972 em um salão decorado com pneus. Tem na ponta da língua vários modelos, sabe de mecânica e deixa muito marmanjo de boca aberta com seus conhecimentos de moto. Ainda assim, seu sonho era ter uma Biz. 
"Sou pequena, meu apelido é Baixinha. É complicado ter uma moto grande. Além disso, a primeira moto que andei foi uma scooter Krypton, com a qual caí meu primeiro tombo. A Biz é do meu tamanho. Dizem que é moto de mulherzinha, mas para mim é um ser que me dá vida, que faz parte de mim". Pequena mas perigosa, a Biz de Cristina foi batizada de Mamba-Negra, uma cobra pequena e extremamente venenosa.

Veio do Brasil com isso?



Na rodovia Ruta Nacional nº 8, uma das principais ligações norte-sul do Uruguai, o casal foi abastecer. Uma senhora olhou para a Biz e não conteve o espanto: — Ela veio do Brasil com isso? Que loucura! — disse a desconhecida. A mesma situação se repetiu nas cidades de Aiguá (sudeste do país) e em Punta del Este, onde uma mulher chegou a parar o grupo de motociclistas na avenida para tirar foto da Biz entre a Shadow e duas motos Harley-Davidson. Cristina reconhece que há muito preconceito contra a Biz, mas ressalta que é preciso conhecer o veículo para tirar o melhor proveito dele. Na viagem ao Uruguai, ela chegou a marca de 130 km/h em uma reta (o velocímetro marca até 140 km/h). "Sou diabética e antes da viagem conversei com minha moto e fiz um acordo: se ela aguentasse, eu também aguentaria o tranco" conta a nossa intrépida motociclista.

Fonte: Diário Catarinense
Foto: Elói Francisco Faé / Arquivo Pessoal

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Passeio Outubro Rosa HOG Brasília Chapter - Prevenção e Combate ao Câncer de Mama

PASSEIO OUTUBRO ROSA - Prevenção e Combate ao Câncer de Mama (uma das principais causas de mortalidade feminina). Como todos sabem, outubro é o mês que disseminamos mundialmente a importância e a necessidade de prevenção e combate ao Câncer de Mama! Para essa conscientização, convidamos você para participar do nosso Passeio Motociclístico Noturno do OUTUBRO ROSA! Vamos colorir ainda mais nossa cidade com nossas motos custom, esportivas, trail, motard, big trail, vespas, motorinos, scooters, triciclos e afins!

Quando: Sexta-feira, dia 4.10.2013
Saída: às 20:00 h da Brasília Harley-Davidson - 510 Norte
Percurso: pontos turísticos e históricos de Brasília DF.
Tempo previsto para o passeio: 1 hora.
Chegada: Brasília Harley-Davidson - 510 Norte 
Teremos batedores e presença das motociclistas da Polícia Rodoviária Federal —

Esperamos todas vocês lá, de preferência usando alguma cor ou objeto na cor rosa! E convidem os amigos, pois o passeio NÃO será exclusivamente feminino!
Organização - HOG Brasília Harley-Davidson




Fonte HOG Brasília Harley-Davidson

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Semana Nacional de Trânsito

Semana Nacional de Trânsito 18 a 25 de setembro - mais uma campanha de trânsito para conscientizar a população sobre os efeitos e as causas de dirigir após consumir álcool e drogas. Em março de 2011, na Assembleia Geral das Nações Unidas, o mundo recebeu um desafio: reduzir pela metade o número de mortes no trânsito durante um período de 10 anos. Assim, foi proclamada a Década de Ação pela Segurança no Trânsito. A ideia é que, de 2011 a 2020, os índices de fatalidades em ruas e estradas dos países membros diminuam em, no mínimo 50%. A resposta do Governo Federal para este problema foi lançar o PARADA – Pacto Nacional pela Redução de Acidentes – Um pacto pela vida. Mas não adianta só esperar ações governamentais. Você já faz a sua parte? Todos nós somos o trânsito!!

Desenho: Reynaldo Berto

Fonte: Ministério das Cidades/Parada pela Vida

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Belo Horinzonte-MG: cada vez mais mulheres pilotando motos

Cada vez mais mulheres tomam as pistas de Belo Horizonte e dão demonstrações de educação e respeito no caótico trânsito da capital mineira em cima de duas rodas


Mulheres-Motociclistas
Elas estão na pista. E dão lições de respeito no caótico trânsito brasileiro. Sobre duas rodas, em lambretas ou em super máquinas, mulheres motociclistas e apaixonadas por motos encaram o asfalto com a responsabilidade de quem dá valor à vida. Com paixão, charme e elegância, as belas das motocas se multiplicam estrada afora. Nos passeios em rede social ou no dia a dia de trabalho, as motoqueiras responsáveis são exemplo. Conscienciosas, elas nada têm a ver com a estupidez nos corredores das grandes metrópoles, que, em 10 anos, fez o número de mortes em acidentes de trânsito com motos no Brasil subir 263,5% – de 3,1 mil para 11,3 mil –, segundo o Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

Impossível Riesa Barbosa de Senna, de 40 anos, não roubar a cena por onde passa. A engenheira fica ainda mais bonita em cima de sua Harley Davidson luminosa. Desde os 27 anos, quando teve sua primeira máquina 250cc, a engenheira, de olhos verdes e sorriso cativante, já passou por seis modelos. Moradora do Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul da capital, Riesa considera péssimo o trânsito de Belo Horizonte. Diz não gostar de pilotar nas ruas da cidade e, na medida do possível, procura usar a moto apenas para os passeios. Em maio, durante nove dias, Riesa e outros 16 motociclistas brasileiros percorreram 2 mil quilômetros da célebre Route 66, de Chicago até Los Angeles, nos Estados Unidos.



Riesa Barbosa de Senna - Belo Horizonte MG
A engenheira comenta a “diferença gritante” da educação e condição de trânsito percebidas no exterior. “Nos EUA, as pessoas param para você passar. Nem é obrigatório o uso de capacete e as pessoas usam os equipamentos de segurança por cuidado e respeito à vida.” Riesa destaca que as vias são “todas muito bem cuidadas”. Entretanto, revela que o que mais a impressiona fora do Brasil, em terras de mais cuidado entre os cidadãos, é a educação. “As pessoas se respeitam e, no trânsito, isso faz toda a diferença”, avalia. Sobre o prazer no guidão, a bela suspira: “Quando você está de carro, você vê a paisagem. De moto, você faz parte dela”.

Paixão


Ana Lobo, de Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o marido e o filho, todos empresários, não abrem mão de suas máquinas. Ela tem uma BMW R800F. O marido, Marcelo, de 43, tem duas Harleys, uma 1.200 e outra C.V.O. No carnaval, o casal pilotou até Recife, em Pernambuco. No ano passado, Ana esteve em Daytona, cidade do estado da Florida, nos Estados Unidos. Lá, participou do Daytona Bike Week, o maior encontro de motociclistas do mundo. “É uma sensação incrível de liberdade. É maravilhoso quando estou pilotando”, considera a ladie. A paixão da família é tamanha pelas máquinas que a casa em que moram, no Condomínio Alphaville, acaba de passar por reforma para integrar as motocicletas ao ambiente. “Agora, nossas motos ficam dentro de casa”, alegra-se.


Integração além das montanhas de Minas


Isabel Meirelles Rezende - Belo Horizonte MG
Motociclista desde os 19 anos, Isabel Meirelles Rezende, de 54, acabou de ter a moto Honda Falcon 400cc roubada num estacionamento da Avenida Cristiano Machado. O aborrecimento só não foi maior porque em casa também tem uma Harley Davidson 1.200, com a qual tem viajado pelo Brasil. O último passeio foi para Florianópolis, em Santa Catarina. Isabel não tem carro por opção. Procura manter sempre duas motos. Uma para passeio e outra para a cidade. A professora de história, além de participar do grupo Mulheres Motociclistas, faz parte do motoclube Medusas, com 26 integrantes além das montanhas de Minas.

“Uma paixão sem razão”. Assim, a bela Fabíola Evelyn, de 31, define seu amor pelas motocicletas. Dona de uma Harley de 1.600 cc e 310 quilos, a policial civil faz duras críticas ao motorista brasileiro, especialmente o de Belo Horizonte, cidade que ela conhece muito bem. “Muitos não aceitam a gente pilotando corretamente atrás dos carros. Eles jogam a gente para os corredores. É muita maldade. A palavra é essa: maldade.” Para Fabíola, corredor é apenas para o trânsito parado. A policial vê o motorista como “egoísta”, preocupado apenas com o próprio umbigo. Fabíola é outra motociclista, dama de cuidados e responsabilidade, que não acredita no ensino das autoescolas. Ela revela que, consciente, logo que conseguiu sua habilitação, aos 25 anos, passou duas semanas pilotando na companhia de amigos experientes para ganhar segurança. Integrante do grupo Diablos, a policial sugere reforço em matéria de cidadania nas escolas. “A questão passa pela educação. Em muitas autoescolas, por exemplo, os instrutores não estão preparados para ensinar”, critica.

ANTIQUADOS 

A empresária Ana Paula Moura, de 48, concorda com Fabíola em relação à falta de educação no trânsito. “O problema é o mineiro. Ele é tão antiquado que, quando é ultrapassado por uma mulher, acelera, incrédulo, só para conferir se foi ultrapassado por uma mulher mesmo. Os motoboys são ainda piores”, considera. Há um ano sobre uma BMW GS 650, Ana Paula diz que o amor pela velocidade está no sangue. Filha e neta de motoqueiras, a empresária lamenta a fama de irresponsabilidade que a estupidez de muitos acaba promovendo.

Uma filosofia de vida

É uma mulher a presidente do Aguias de Aço em Minas Gerais. Desde 1980, o grupo reúne 70 motociclistas e é muito respeitado em todo o Brasil. Jacqueline Lipovetsky, de 50, é filha do lendário Capitão Senra, motociclista até hoje na ativa, que já rodou meio mundo pilotando. Quando ganhou seu primeiro ciclomotor, sem dar conta de tamanha euforia, a bióloga rodou 80 quilômetros num único quarteirão. Hoje, emociona-se ao falar do sonho motorizado herdado do pai, seu ídolo maior, fundador do Águias de Aço. Jacqueline, com a autoridade de quem vive o assunto desde criança, lamenta o uso indevido e irresponsável das motocicletas no Brasil. “Quem não conhece o nosso jeito de pilotar pensa que somos todos iguais. O motoqueiro criou um estigma para o motociclista. Tenho medo dos motoboys. Esta semana mesmo um deles chutou o retrovisor do meu carro.” A bióloga defende penas maiores para os infratores no trânsito. 

Longe da estupidez, na mesma rede social, Júnia Baroni Rainato, de 50, ainda comemora o sonho realizado há dois anos, quando entrou para o seleto grupo das motociclistas. “Um sonho de liberdade. Uma família”, ressalta. Renata Perigolo Guerra, de 33, vê na paixão pelas motocicletas um forte laço de união com o marido, Marcelo Penna Guerra. A engenheira e o economista, parceiros dos “melhores passeios”, estão ainda mais próximos por meio das motocas. “De início, em Belo Horizonte, queria uma moto para trabalhar. É gostoso, barato, rápido e prático. Comecei com uma scooter. Hoje, com nossas Harleys, descobrimos um outro lado, em grupos, com amizades sólidas e muito bonitas”, comenta. É uma grande família, segundo Renata, unida por duas rodas e um sonho de liberdade.

Fonte: Estado de Minas 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O que te levou a comprar a 1ª moto?

Sabemos que a 1ª motocicleta é uma marco na vida das apaixonadas por duas rodas, dentro do Projeto Mulheres em Movimento, trazendo o depoimento de algumas motociclistas sobre o motivo que as levou a comprar a tão sonhada 1ª motocicleta. Paixão e liberdade, são as palavras que mais se encaixaram nas respostas. Vejam o que disseram nossas meninas:

 Adriana Terlizzi, Barueri/SP, 37 anos, Moto CBR 600RR: Paixão pela sensação de estar em cima de uma moto, de liberdade, de vento na cara... Alguém te completa? A minha moto me completa.
Ana Cláudia Drugovick, Campinas/SP, 36 anos, Moto Kawasaki ER-6n: Poder andar sozinha sem ter que ir na garupa do meu marido!
Jô Rodrigues Phd, Boa Vista/RR, 45 anos, Moto Fat Boy Harley Davidson: O amor! O meu amor, me presenteou com minha 1ª moto!
Jú Albuquerque, Sorocaba/SP, 28 anos, Moto Suzuki Intruder 125: Foi a paixão que tenho por motos desde pequena! Tá no sangue!
 Kamila Prado, Salesópolis/SP, 30 anos, Moto Titan 150 Honda: Respondendo de coração, sempre gostei de trilhar meu caminho , nunca me importei se estaria sozinha ou acompanhada, acho que é por isso que sempre foquei em moto e não carro, para ter um momento só meu.
Lígia Ferreira, Campinas/SP, 30 anos, Moto Falcon NX 4 Honda: Eu sempre quis ter moto, gosto de adrenalina e não gosto do convencional!
Marta E. Suzuki, Amparo/SP, 44 anos, Moto Fazer 250 Yamaha: Eu sempre gostei de motos, mas durante muitos anos esse sonho ficou adormecido dentro do meu coração, daí quando me separei, pensei: agora vou fazer tudo o que eu quero!!! E comprei a moto.
 Sandra V. D. Bylaardt Vogel, Schroeder/SC, 48 anos, Moto Kawasaki Ninja 250: Em uma palavra: LIBERDADE!
Tere Artur, São Vicente/SP, 50 anos, Moto Fazer 250 Yamaha: Paixão por moto!!!
Tania Regina, SP/SP, 47 anos, Moto Kasinski Mirage 250: Fugir da depressão. Havia acabado de me separar e me sentia sozinha. Pois foi a moto e a nova família que me deram ânimo de novo.
 Pri Vizu, Ribeirão Preto/SP, 25 anos, Moto Kawasaki Ninja 300: Comprei a primeira moto por gostar de agilidade no trânsito.
Fotos: arquivo pessoal
Texto: Karla Bariquello

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Como fazer inspeção na sua moto - tutorial

Veja o tutorial e saiba como verificar se a manutenção da sua motocicleta está em dia:

Verifique se há cortes e bolhas na borracha dos pneus, o que pode condenar o uso deles, e confira o desgaste dos sulcos. A profundidade mínima não pode ser inferior a 1,6 milímetro.
Em motocicletas com freios a tambor, é importante observar o estado e a lubrificação do cabo de acionamento, principalmente no início e no final dele. Além disso, a folga do manete deve estar entre 1 e 2 centímetros. Para avaliar, aperte o manete e veja em que ponto o freio começa a ser acionado.
Nos freios a disco, o acionamento é hidráulico. Não se esqueça de medir o nível do fluido de freio no reservatório, geralmente no guidão. Se o nível estiver baixo, significa que está na hora de trocar as pastilhas.
O desgaste dos amortecedores se dá em razão do terreno em que a moto trafega. Alguns indicativos podem sugerir o momento de troca: quando houver vazamento de óleo ou marcas na parte interna da espiral da mola, sinal de que o equipamento não está mais trabalhando corretamente.
corrente pode ficar frouxa com o decorrer do uso. Puxe para baixo e para cima. Se notar uma folga de mais de 3 centímetros, será preciso fazer um ajuste. Para apertar, o ideal é procurar uma oficina especializada em motocicletas.
A vida útil do escapamento varia de acordo com a utilização. Quando o ruído está acima do normal e há uma carbonização cada vez mais preta na saída de ar, isso indica desgaste da peça: é chegada a hora da troca.
Rodas: recebem muito impacto, o que pode provocar movimento irregular e ruídos. Se o equipamento for de alumínio, confira com frequência se há amassados e trincas, que causam perdas de pressão no pneu.
Fonte: Petrobras - De carona com elas

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Adoráveis fotógrafos - PROJETO Yahama SR250 by Patrick Daly

"Yesterday our day started at 5am. We packed the car, prepped the bike and headed south to get some shots of Kara and the SR250 at dawn. The plan was to then go back to bed and resume shooting at a more reasonable hour. We didn't. Instead we kept shooting, jumping around to industrial locations all over Chicago. 14 hours later we flopped our exhausted bodies into the seat backs of a bar within stumbling distance of the apartment. We then proceeded to cap the night off. So much weight, both mental and physical, was relieved when I hit that booth. The bike was done. The shoot was done. Everything went as planned. Big thanks to Pat Daly for driving in from Detroit to lend his amazing photography skills. Also a big thanks to Sofia Boutique in Chicago for outfitting Kara for the shoot. There's been almost 2 years worth of spare time and long weekends that have gone into this bike and it's finally done. Next up - the longevity test, while Kara and I take it and the CX500 800 miles around Lake Michigan. Here are a few shots I snapped on my phone along the way. I'm stoked to see the real deal come back from editing when Pat's put his final touches on them. Stay tuned!"









Fonte: Moto-Mucci
Fotos: Patrick Daly

terça-feira, 30 de julho de 2013

Garotas Velozes - Sabrina Bandeira Paiuta

Atualmente a piloto lidera a classe 250 do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade

Para uma mulher se dar bem em um universo dominado por homens não é fácil. Que o diga a jovem Sabrina Paiuta, de apenas 18 anos, precoce destaque da motovelocidade brasileira. Apesar de já brilhar nas pistas, a piloto paulista teve de ir à internet em busca de recursos para poder representar o país na Europa. Para isso, oferece até aula particular para eventuais colaboradores. Sabrina inscreveu o projeto "A Bela é Fera" em um site decrowdfunding, uma plataforma online de financiamento coletivo. A piloto precisa levantar R$ 50 mil até dia 23 de agosto para poder disputar as etapas da Alemanha e França do European Junior Cup. "Nas primeiras três etapas consegui que um patrocinador cobrisse as despesas. Para outras etapas não consegui que ajudassem. Faltei em Ímola, não tinha verbas. Não posso mais perder outra etapa, senão perco a vaga", diz a brasileira, uma das duas mulheres da categoria, ao lado de uma colega francesa. "É um pouco diferente, como sou uma das únicas meninas que disputam o campeonato. Impressiona as pessoas. Mas sou bem feminina, não perco isso. A gente quis colocar 'bela é fera' porque continuo menina, mas pretendo lutar como os homens mesmo", acrescenta.
Sabrina Paiuta
Atualmente Sabrina é a segunda colocada do Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, na classe 250, somente um ponto atrás de Igor Calura. Ela é a única mulher entre os 35 competidores da categoria. Paralelamente, a piloto também disputa no país a Copa Ninja 300 do Superbike Series.A paixão pela velocidade veio do pai, Eduardo, que treinava pilotos de motocross. "Meu pai sempre esteve comigo. Ele treinava uma menina, um dia ela me emprestou a moto e adorei. Chorei muito para ele comprar uma para mim, acabou me dando de presente de aniversario. Aí segui a carreira. Ele sempre foi uma influência muito positiva", conta.
Desde 2012 Sabrina trocou o mundo off-road pelas pistas e, com os resultados imediatos, hoje sonha em um dia alcançar a elite da motovelocidade. "Sonho em disputar o Mundial de MotoGP, categoria que tem o Valentino Rossi, o (Jorge) Lorenzo, é um outro planeta. Acho que tenho um bom caminho chegar até lá", diz a novata. Antes disso, no entanto, a jovem ainda tem que lidar precocemente com uma dura realidade da vida que escolheu: os acidentes. Sabrina conhecia Vanessa Daya, campeã brasiliense que morreu em um acidente no circuito Nelson Piquet há algumas semanas."Foi um choque para mim, perder mais uma pessoa dentro do motociclismo. Mas acho que chegou a hora dela, não tem o que fazer. Poderia ter acontecido dentro da pista, fora da pista, no trânsito, em qualquer lugar", comenta.

SEM TEMPO PARA NAMORAR: FOCO NA PISTA
Ao contrário de muitas meninas da sua idade, Sabrina por ora não pensa em relacionamentos. A jovem promissora das pistas reconhece a dificuldade de conciliar a vida pessoal com a rotina no mundo da velocidade. Por isso, adia este objetivo para depois da carreira.  "Desde sempre a vida sempre foi muito corrida, sempre estou viajando muito, para o exterior, dentro do Brasil. Todo final de semana sempre tenho corrida, ou eu treino. É complicado alguém entender isso. E fora isso é um mundo de maioria de homens. O ciúme também bate. É difícil ter um relacionamento. Acho que esse é o ponto negativo. Mas para mim não faz diferença. Quando acabar carreira eu vou pensar em ter um relacionamento", diz.
Fonte: Uol esporte/ O pote

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Motos: risco e paixão sobre duas rodas

O programa Caminhos da Reportagem pegou a estrada para saber por que milhares de brasileiros passaram a usar a motocicleta como meio de transporte, lazer e instrumento de trabalho. Esse é um mercado crescente no país e, hoje, elas já são mais de 17 milhões, quase a metade do número de carros, que somam 43 milhões em todo o Brasil. Logo após o seu surgimento, no século XIX, as motocicletas foram usadas como transporte ágil nas guerras e foram mantidas durante muito tempo na condição de transporte alternativo, de lazer. Agora, o veículo de duas rodas vem ganhando status como meio de locomoção preferencial, graças à disputa cada vez maior por espaço nas pistas das grandes cidades, pela rapidez no deslocamento e pela economia.

O programa mostra como a moto vem mudando a vida do brasileiro. Em alguns municípios do Nordeste, ela substitui o cavalo na condução do gado, e, no Norte, facilita a vida de milhares de pessoas que antes viviam no isolamento. Nos grandes centros urbanos, a opção tem sido pelo uso na vida profissional.O Caminhos da Reportagem mostra como o crescimento do número de motos têm causado também o aumento da violência no trânsito. O Brasil é o segundo lugar mais perigoso do mundo quando se fala em acidentes envolvendo motociclistas. Entre especialistas e usuários de motocicletas, a reportagem mostra também quem são os amantes dessas máquinas, símbolo de liberdade, aventura e até status. Em Brasília, a reportagem acompanhou o nosso Grupo Mulheres Motociclistas e Apaixonadas por Motos para saber delas como é viver esse desafio absolutamente apaixonante!!



Equipe:

Reportagem: Manuela Castro
Imagens: Mauro Zambrotti
Auxiliar Técnico: Alexandre Souza
Edição de Imagens: Thyago Castro e Hugo Carmelo
Edição de Texto: Conchita Rocha
Finalização: Márcio Stuckert
Produção: Mariana Fabre
Estagiária: Ana Paula Véras

Caminhos da Reportagem "Risco e paixão sobre duas rodas": no ar em 25 de julho de 2013, às 22h, na TV Brasil

Foto: TV BRASIL

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Caso Vanessa Daya - Determinação da CBM suspende etapa de Brasília


CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo anunciou nesta quarta-feira (17) a suspensão de quaisquer atividades de motovelocidade no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília (DF). Com a determinação, fica suspensa também a realização das provas da quarta etapa do Moto 1000 GP, o Campeonato Brasileiro de Motovelocidade, que estavam agendadas para o dia 28 de julho no circuito da capital federal. A providência adotada pela CBM é uma consequência direta do acidente sofrido pela piloto Vanessa Daya no último domingo (14), durante a terceira etapa do Campeonato Brasiliense de Motovelocidade. Vanessa, de 31 anos, sofreu uma queda na segunda corrida da categoria Superbike Batom e foi submetida a procedimentos cirúrgicos ainda no domingo no Hospital de Base de Brasília, onde morreu na madrugada desta quarta-feira.
As atividades de motovelocidade em Brasília ficam suspensas até que seja finalizado o relatório da comissão designada pela entidade, em conjunto com a Federação de Motociclismo do Distrito Federal, para apurar as causas da morte da piloto – o trabalho já está em andamento, sob previsão de que seja concluído em no máximo 30 dias. Gilson Scudeler, idealizador e promotor do Moto 1000 GP, avalizou a decisão tomada pela CBM. “Esse é um momento difícil para todos na motovelocidade, um momento de dor pela perda de uma adepta do nosso esporte. É uma tragédia que abala todos nós e que abre um momento de reflexões. Somos solidários à dor dos familiares da Vanessa. O que houve foi uma tragédia”, observou Scudeler. “É necessário que todas as precauções sejam tomadas em nome da segurança, e a determinação da CBM segue essa necessidade”, considerou.
“Quando marcamos a etapa em Brasília, no início do ano, já solicitamos que fossem providenciadas algumas adequações na pista, para que o nível de segurança se tornasse compatível com as exigências de um evento do porte do Moto 1000 GP”, frisou Scudeler. “Só que agora tudo isso é passado. A decisão de suspender a etapa do dia 28 vai de encontro com a filosofia de priorizarmos as questões inerentes à segurança”, acrescentou o dirigente. A suspensão do evento em Brasília não implicará alterações nas demais etapas de 2013, nas pistas de Cascavel (PR), no dia 25 de agosto, Interlagos(SP), dia 22 de setembro, Santa Cruz do Sul (RS), dia 20 de outubro, e Goiânia (GO), dia 17 de novembro. “O restante do calendário será cumprido como está previsto”, assegurou Scudeler. “O que vamos definir já nos próximos dias é a reposição no calendário das corridas que aconteceriam em Brasília”.
Fonte: Motonline
Foto: RCarlos

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Aumento no número de roubos de motos desafia a polícia de São Paulo

Em apenas três meses, 3,8 mil motos foram roubadas só na capital. As motos de baixa cilindrada são as mais visadas pelos criminosos.


As motos de baixa cilindrada são as mais visadas para desmanche
A incidência de roubos de motos desafia a polícia de São Paulo. Em apenas três meses, 3,8 mil motos foram roubadas só na capital, e apenas 62 foram recuperadas. O pior disso tudo é que em muitos casos as os criminosos mataram os donos das motos. Essa semana um empresário de 29 anos foi assassinado por ladrões, que levaram a moto dele. Fernando Guerreiro Abdala foi baleado mesmo sem ter reagido ao roubo. “Pediram para ele entregar a moto. ‘Deita, deita no chão’. Ele ficou sem reação, levantou o braço e disse: ‘Não calma’. Eles atiraram, pegaram a moto e saíram”, afirmou Cristiane Abdala. Também nesta semana, dois bandidos tentaram roubar a moto de um policial que voltava do trabalho, na Zona Leste. Os assaltantes vieram em outra moto. Os números da polícia mostram que 3,8 mil motos foram roubadas na cidade nos três primeiros meses deste ano. “Estamos tentar identificar e mapear quadrilhas e o modus operandi delas. A moto é fácil de desaparecer”, afirma o delegado Luis Hellmeister. Segundo especialistas, as motos de baixa cilindrada são muito visadas pelos criminosos. O destino é o desmanche. Como muita gente tem esse tipo de moto atualmente, a procura por pecas no mercado paralelo é grande. “Quando o motociclista compra uma peça usada, está provavelmente comprando peça de moto roubada”, afirma o advogado da Federação de Motoclubes Reinaldo de Carvalho Bueno.“O combate a esse tipo de modalidade começa na consciência das pessoas em comprar peça de reputação duvidosa, porque amanha será a sua peça que estará sendo vendida”, ressalta o especialista em segurança Diógenes Lucca. As motos de baixa cilindrada são as mais visadas para desmanche, já as potentes atraem os assaltantes que gostam de se exibir com elas.

Fonte: Bom Dia Brasil
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